quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Devocional 02/01/2014 (Leitura Gn 4,5,6)



“Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor.”

Uma nova fase na vida do homem e da mulher se iniciava. Agora, porém, sem as perfeições e belezas do Éden. Todavia, uma experiência na relação entre Deus e o homem foi trazida por Adão, o qual sabia que para que seus pecados fossem perdoados, um animal teve que morrer.
Adão havia tentado resolver da sua maneira, cozendo folhas de figueiras para fazer aventais, uma espécie de vestimentas para si e sua mulher. Deus intervém mostrando que a solução do problema não se daria da forma que Adão achasse melhor, mas seria da maneira que o Senhor estipulasse.
Não foi diferente com seu filho primogênito Caim, que ao ofertar ao Senhor, talvez tenha cedido à tentação de “fazer da sua maneira” o seu culto a Deus, trazendo a oferta do fruto da terra. Talvez Caim tenha tentado ser prático, já que sua profissão era lavrador da terra, fazia mais sentido. Abel, por sua vez, agiu diferente. Trouxe uma oferta “...dos primogênitos das suas ovelhas...” Ele conhecia a história da queda do seu pai, e também a solução que Deus estipulou para que o pecado fosse coberto.
Ora, o que Deus rejeitou, foram os legumes e verduras? O que ele aceitou, foi uma ovelha morta? Muito além disso, o Senhor atentou para a obediência e para a intenção do coração.
Esse episódio, que sucedeu o ato da queda do homem, antecedeu a corrupção geral de toda a humanidade, quando Deus decidiu destruir sua criação, pois todos, sem exceção alguma se haviam corrompido. Porém um homem, chamado Noé, ainda que incluso na lista dos que aborreceram a Deus “... achou graça aos olhos do Senhor” ao ponto de Deus, mesmo em meio à corrupção, chama-lo de justo e perfeito (Gn. 6:9)

Como é bom descansarmos em um Deus que nos amou tanto ao ponto de olhar para nós, mesmo sendo nós tão falhos e pecadores, e nos chamar de santos, filhos, amigos. Isso porque o principal dos sacrifícios foi entregue a Deus através da morte do seu próprio filho, para que tivéssemos vida, e a tivéssemos em abundância.

Oração:
Pai amado e bondoso, somos tão falhos e tão propensos a querer agir de acordo com nossas razões e sentimentos. Carecemos da sua graça, para que assim como Noé, possamos nos manter santos e irrepreensíveis, mesmo em meio a uma geração tão perversa. Confiamos em teu amor e teu favor, para nos conservar em santidade, recebendo nossas ofertas e nossa adoração. Oramos a ti no nome do seu amado filho Jesus Cristo.

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