“... José se deu a conhecer a seus irmãos. E levantou com
choro... E disse a seus irmãos: Eu sou José, vive ainda meu pai? E seus irmãos
não puderam responder, porque estavam pasmos diante da sua face.” Gn 45:1-3
Um coração que é marcado pelo trabalhar de Deus não tem
espaço para o rancor. José tinha todos os motivos humanos possíveis para se
irar com seus irmãos, após reencontrá-los. Os mesmos irmãos que tinham inveja
dele, que o maltrataram, que o lançaram em uma cova, que o venderam como escravo,
que o deram como morto!
José tinha um relacionamento estreito com Deus, de forma que
tudo que lhe acontecia, ele enxergava sob uma ótica da soberania de Deus, e
nada ele jogava ao acaso. Foi exatamente assim que ele reagiu após o
cumprimento da promessa de que ele seria exaltado dentre a sua família.
Entre alguns fatores interessantes a serem notados, o
quebrantamento e a emoção de José diante de seus irmãos é comovente. O seu
coração chorava de alegria ao reencontrá-los, e a primeira coisa que
ele fez após revelar-se a eles como irmão, foi perguntar sobre seu pai. Ele
muito o amava e o honrava. Logo em seguida, ele procura confortar a alma envergonhada
dos irmãos dizendo-lhes: “Não fiquem tristes por terem me feito mal e me
vendido, pois Deus estava agindo em tudo isso”.
Como temos reagido diante daqueles que nos fazem mal, principalmente
quando conseguimos provar que estamos certos? Qual tem sido nossa conduta diante
das adversidades com as quais o Senhor nos tem provado? Lamento, murmuração e
indignação, ou louvores, gratidão e perdão?
Oração:
Bendito e Eterno Deus, quando olhamos para a vida de José,
vemos o quanto precisamos ter nossos olhos abertos para enxergar além do que
nossos olhos podem ver e colocar nossa fé em prática. Ajude-nos e livra-nos do impulso da ocasião, dai-nos um
coração brando e consciente de que sobre tudo e sobre todas as coisas Tú és o
Rei Soberano! Em nome de Jesus te
pedimos, amém.
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