“E disse: Eu sou Deus, o Deus de teu pai; não temas descer
ao Egito, porque eu te farei ali uma grande nação. E descerei contigo ao Egito,
e certamente te farei tornar a subir...”. Gn. 46:3,4
Nas pregações mais tradicionais, Egito sempre foi sinônimo
de mundanismo e perdição. Não o foi exatamente assim nos dias de José, muito
embora a cultura egípcia fosse pagã.
Deus envia uma grande fome sobre a terra, mas provê para o
seu povo eleito um escape junto ao grande rei daquela época e lá a pequena família
de Jacó, agora chamado Israel, composta de apenas setenta pessoas se tornaria
próspera e em quatro séculos seria multiplicada, transformando-se em milhões de
hebreus em uma terra que não era sua.
De modo semelhante aos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó, o
Senhor nos tem chamado de uma terra de paganismo (o mundo e seu sistema secular
e pecaminoso) e nos tem prometido uma terra, celestial. Na caminhada até esse
lar celestial, permanecemos no mundo secular, mas agora como peregrinos e
forasteiros. Ainda que obra das nossas mãos prospere nessa terra passageira,
devemos sempre ter em mente que nosso lar não é aqui. Assim com Deus usou a
Faraó para conceder o melhor da terra do Egito, a terra de Gósen, devemos estar
cientes de que pode-se levantar momentos contrários nesta terra, como
futuramente aconteceria aos hebreus. Mas temos a firme esperança do retorno à
Canaã celestial, nosso lar eterno e prometido, junto ao Rei que nos amou, nos
salvou e nos separou para a glória do seu nome.
Oração:
Pai bendito e amado, sentimos tanto conforto em ti sabendo
que não importa os lugares que caminharemos até chegar à Canaã celestial, a tua
boa mão estará a nos guiar. Sabemos que teremos aflições aqui, mas podemos
descansar em ti e termos bom ânimo, pois o seu amado filho Jesus já venceu o
mundo. Guarda nosso coração nessa terra, e guia nossos olhos para a mansão
celestial, a prometida Nova Jerusalém. Em nome de Jesus, amém.
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